Os foragidos das mentes
vão iniciar o seu caminho
pelas áureas do tudo,
e assim fundar a orquestra do que sempre brilha.
Um vaporoso e etéreo solar nocturno.
Nas suas frontes o sim da utopia nunca impossível
declarará o amor eterno pelo sempre assim.
E o homem navegará para o outro lado do tudo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Num fundo silencioso cai a maré.
Num intermédio.
O amor que se canta não é o meu.
O amor que se canta não é o meu.
Esdo.
Fúnebre.
E fim de todo o solitário tronco.

Se na prática tudo fosse assim estaríamos mortos.
Todos.
Nenhum sobrevivente sem metade. Ou com ela.
Nenhum sobrevivente.
Nada faríamos de amor.

Tudo pedra.

A estática maravilha não é.

 

Não me parece.